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É verdade que as dificuldades dos feirantes no que diz respeito ao seu volume de vendas chegaram agora também à radio, isto porque desde algum tempo que numa entrevista o presidente da FNAF lançava o alerta nacional de que em comparação com o ano de 2009, os feirantes estavam com uma quebra na ordem dos 80 a 85% e essa quebra está a dificultar muitos destes profissionais na manutenção dos seus postos de trabalho demais a mais porque em vários locais foi feito um aumento exagerado de taxas, sem que os responsáveis camarários tivessem a hombridade de antes de levarem a sessão de câmara as suas propostas de aumentos, tivessem chamado as respectivas Associações e com elas discutissem essa probalidade de aumento e a acontecer em que termos e qual a percentagem.

O não tomarem esta atitude, mais não é do que ignorarem a existência dessas instituições esquecendo que são através delas que os feirantes têm a sua palavra. Poderá até não acontecer em todas as feiras, mas é verdade que em muitas delas como por exemplo a feira do Relógio em Lisboa, se em tempos idos tivesse na ordem dos mil e tal feirantes a operar em cada domingo e mais cerca de duzentos eventuais autorizados, tinha ainda um extensa lista de inscritos à espera de vaga. Hoje os fiscais tentam que os feirantes das pontas se desloquem um pouco mais para o interior para evitar deixar por preencher lugares que estão vazios e para os quais deixou de haver pretendentes a não ser aqueles que tentam tirar benefício da oportunidade de ocupação sem pagar, porque na sua maioria ter de pagar cerca de 160 € por quatro manhãs e passar parte delas com ligeira venda ou em branco não é suportável por muito tempo. Mas esta feira foi citada por ser uma que mais visitantes tem na zona da capital, imaginem como será em outras mais pequenase com muito menos visitantes.

Está na altura de alguém fazer ver às entidades gestoras que não podem ver nas feiras a fonte de receita para compensar as suas dificuldades que acreditamos que também as têm.

Estas foram algumas das frases que José Manuel Abranja citou numa entrevista dada à Rádio Renascença na sexta-feira e que deverá ir para o ar nos noticiários de terça-feira 19-04-2011.

Com a imprensa escrita, (JN) as rádios locais, as televisões (TVI e CIC) e as rádios Nacionais (RR) a fazerem eco dos tais 80 a 85% no negativo do proveito dos feirantes, estamos certos de que também os políticos vão ouvir e alguns sentirem que têm  ou tiveram mas pela negativa intervenção directa na situação.

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